
Eu não sei quantas vezes você desejou a morte. Eu simplesmente perdi as contas. Eu não sei quantas vezes, você chegou ao seu limite. Quantas vezes os seus choros foram realmente verdadeiros. Alías, talvez eu saiba. Talvez tenha sido sempre verdadeiros, não? Talvez você tenha sido o tempo todo infeliz. Talvez tenha se sentido sempre solitária, louca para ter um alguém para ouvi-la quanto necessário. Louca para ter uma mão que à amparasse, nas horas ruins. Louca para ganhar aquele abraço apertado, que por muitas e muitas vezes, nos faz ter vontade de chorar, de tão gostoso. De tão agradável. Eu sinto muito,por nunca ter lhe dado atenção o suficiente. Por ter me preocupado com coisas que para mim, naqueles momentos, "eram importantes". Coisas que não valiam muito, não tanto quanto você. Eu buscava felicidade, risadas, amor, sinceridade, confiança. Eu buscava tudo isso, e não sabia que, o tempo todo, a minha felicidade, risadas, amor, sinceridade e confiança, estavam ao meu lado o tempo todo.
Aonde você deve estar agora? Vagando por aí, sem sentido... Ou... sentada ao meu lado, me observando? Ou será que depois que a gente larga essa vida, a gente simplesmente deixa de existir? Perguntas, que jamais saberei responder, não? Bom, eu não sei responder a essas perguntas, infelizmente. Eu também sei que você não pode ler quaisquer coisa que eu escreva aqui, mas mesmo assim, ainda sim, eu insisto. Insisto por não ter sobrado ninguém com quem eu possa conversar sobre isso. Ninguém que tenha paciência o bastante, pra me ouvir falar da falta que você me faz. Da saudade... Do vazio, da minha tristeza. Insisto, porque... eu preciso disso, pra continuar respirando. Devo te dizer... Depois que você se foi, a minha vida mudou do avesso. Meus planos se foram... Meus sonhos, objetivos. Foram todos embora consigo. Eu tenho me esforçado um tanto, pra manter a casa do jeito que você gostava, e mesmo assim... não consigo chegar lá. Eu tenho me esforçado para ir colégio sozinha, forçando um sorriso nos lábios, e mentindo para todos com o mesmo, só pra tentar passar a impressão de que estou bem, quando na verdade... Por dentro, estou mais do que espatifada. Quando na verdade, o tempo todo em que estou na sala de aula... Percebendo olhares, risadas... Só o que me passa na cabeça, é: "E agora, quem vai poder me defender, e dizer que sou uma boa garota? Que sou um tesouro, uma jóia rara? Quem vai me dar forças pra continuar? Quem vai estar orgulhosa de mim, quando eu me formar? Aonde vai estar você... No dia do meu aniversário? E aquele abraço caloroso? Aquele sorriso lindo que esboçava nos lábios? E agora? O que eu faço agora? "
São tantas perguntas, né? Tantas perguntas que só servem pra mostrar o tamanho do meu desespero por dentro. O tamanho do meu arrependimento. O tamanho da saudade. .-.
Nessa manhã, sonhei com você novamente... Sonhei que você já havia ido embora, e eu estava apenas juntando peças suas,pra guardar comigo, com a ajuda de muitas pessoas. No desespero no meio do sonho, acordei assustada, desejando mais uma vez que tudo não passasse de um estranho sonho. Desejando que você estivesse deitada ao meu lado, mas, infelizmente, ao olhar pro lado, você não estava deitada. Você não estava ali... Estava apenas eu. É... pela primeira vez, eu acordei chorando, mas como dizem... Para tudo tem sua primeira vez, não? Eu só quero que saiba... Eu sinto a sua falta, mãe. Minha querida mãe.
(ClaireBoulevard)
Aonde você deve estar agora? Vagando por aí, sem sentido... Ou... sentada ao meu lado, me observando? Ou será que depois que a gente larga essa vida, a gente simplesmente deixa de existir? Perguntas, que jamais saberei responder, não? Bom, eu não sei responder a essas perguntas, infelizmente. Eu também sei que você não pode ler quaisquer coisa que eu escreva aqui, mas mesmo assim, ainda sim, eu insisto. Insisto por não ter sobrado ninguém com quem eu possa conversar sobre isso. Ninguém que tenha paciência o bastante, pra me ouvir falar da falta que você me faz. Da saudade... Do vazio, da minha tristeza. Insisto, porque... eu preciso disso, pra continuar respirando. Devo te dizer... Depois que você se foi, a minha vida mudou do avesso. Meus planos se foram... Meus sonhos, objetivos. Foram todos embora consigo. Eu tenho me esforçado um tanto, pra manter a casa do jeito que você gostava, e mesmo assim... não consigo chegar lá. Eu tenho me esforçado para ir colégio sozinha, forçando um sorriso nos lábios, e mentindo para todos com o mesmo, só pra tentar passar a impressão de que estou bem, quando na verdade... Por dentro, estou mais do que espatifada. Quando na verdade, o tempo todo em que estou na sala de aula... Percebendo olhares, risadas... Só o que me passa na cabeça, é: "E agora, quem vai poder me defender, e dizer que sou uma boa garota? Que sou um tesouro, uma jóia rara? Quem vai me dar forças pra continuar? Quem vai estar orgulhosa de mim, quando eu me formar? Aonde vai estar você... No dia do meu aniversário? E aquele abraço caloroso? Aquele sorriso lindo que esboçava nos lábios? E agora? O que eu faço agora? "
São tantas perguntas, né? Tantas perguntas que só servem pra mostrar o tamanho do meu desespero por dentro. O tamanho do meu arrependimento. O tamanho da saudade. .-.
Nessa manhã, sonhei com você novamente... Sonhei que você já havia ido embora, e eu estava apenas juntando peças suas,pra guardar comigo, com a ajuda de muitas pessoas. No desespero no meio do sonho, acordei assustada, desejando mais uma vez que tudo não passasse de um estranho sonho. Desejando que você estivesse deitada ao meu lado, mas, infelizmente, ao olhar pro lado, você não estava deitada. Você não estava ali... Estava apenas eu. É... pela primeira vez, eu acordei chorando, mas como dizem... Para tudo tem sua primeira vez, não? Eu só quero que saiba... Eu sinto a sua falta, mãe. Minha querida mãe.
(ClaireBoulevard)



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