Sem querer percebi você, me chamou a atenção, me prendeu o olhar. Algo em você me encantava, mas era difícil saber exatamente o que, nunca me dispertara a atenção meninos mais novos, que quando com os amigos, brincava de lutinha, falava besteiras e dava risada das mesmas. Me prendeu a atenção, sem ter um olho azul, me chamou a atenção sem ser o menino popular da escola, mas me prendeu a atenção sendo completamente diferente de mim, em tudo. E então, com os amigos sabado a noite na praia, entre risos e conversas, você simplismente se aproximou de mim, pegou em minhas mãos, e seu beijo foi mais apressado do que qualquer palavra que pudesse sair da minha boca, me calou por questão de segundos, enquanto eu apenas ficava a sentir seus lábios quentes massageando os meus, naquela noite fria, você me aqueceu, com seus braços envolvendo o meu corpo e para quem não dava nada, aquela noite foi muito. E os dias foram passando, eu lhe vendo todos os dias, na escola, na praça a tarde com os amigos, você vindo em mim me abraçando, me dando selinhos e mais uma vez passavamos a tarde juntos, sem esperer muita coisa, apenas aproveitando o tempo que tinhamos juntos, mas era tudo muito normal, eu e você apenas. Já hoje acho que não posso mais dizer o mesmo, pois quando ausente, quem se faz presente é a saudade, e eu preciso te ver a cada manhã, nem que for apenas para ver se você esta bem. Você não sai do meu pensamento, e quando me chateio com você, aqui dentro dói, e espera ancioso pelo momento em que você vem, me pede perdão, me envolve com seus braços, e beija a minha boca. Eu amo o seu beijo, sabia? Amo sussurrar no seu ouvido te fazendo arrepiar, eu amo também quando você tenta me imitar, sussurrando coisinhas no meu ouvido e depois sorri. Eu amo esse seu jeito criança de ser, e sinto falta quando não tenho as suas 'criancisses' por perto, você me faz sorrir, alegra as minhas manhãs, eu amo estar perto de você, e quando longe, você se faz presente em meu pensamento, e eu já não posso mais evitar isso, e sabe? Eu nem quero evitar mesmo. (alaise tessmann)




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